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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Lideranças políticas de Novo Gama realizam 3ª rodada de conversas sobre eleições 2016

 (Marcus Ottoni - texto e foto)
  Será realizada, hoje (9/7), logo mais às 19:30h, na casa do empresário Madeson, no bairro Lula Bel, em Novo Gama, a terceira rodada de reunião de lideranças políticas do município com foco nas eleições municipais de 2016. A reunião conta com a presença de representantes da sociedade civil, do empresariado local e de políticos de cinco partidos: PPS, PCdoB, PPL, SD e PR.
Vereador Medeiros, PPS
 
  A intenção do grupo é debater as questões relacionadas com a eleição do próximo ano e criar uma frente política alternativa que possa se apresentar a sociedade propostas de gestão compatíveis com as necessidades do município e as possíveis soluções para os problemas que o Novo Gama enfrenta atualmente.
  O vereador Medeiros, do PPS, é um dos integrantes do grupo e diz que as reuniões estão servindo para cristalizar uma união política sadia para o município, cuja etapa atual é debater os problemas do município e buscar suas soluções dentro do espírito coletivo da construção de uma alternativa política para a sociedade de Novo Gama. Ele lembra que neste primeiro momento não está se tratando de nomes para disputar a eleição de prefeito municipal, e sim consolidando uma grande aliança política para a eleição de 2016.


sábado, 4 de julho de 2015

Candidatura da oposição passa pela quebra do fisiologismo implantado na gestão petista

(Marcus Ottoni - texto | Foto: Arquivo Blog)
   A deputada secretária Leda Borges (PSDB) não será candidata a prefeita de Valparaíso de Goiás na eleição de 2016. Não caberá a ela a disputa com a atual prefeita Lucimar Conceição (PT) pela chefia do Executivo municipal. O candidato da oposição a atual gestão petista nascerá de um conjunto de alternativas que se alinharão ao projeto de resgate dos valores éticos e morais da gestão pública e do desenvolvimento responsável e coletivo do município com políticas públicas voltadas para o benefício das comunidades e a melhoria da qualidade de vida dos habitantes de Valparaiso de Goiás.
  Leda Borges desfruta, hoje, de uma situação confortável de prestígio político junto ao governo Marconi Perillo e seu projeto político ultrapassa as fronteiras do município que administrou e que lhe deu uma expressiva votação para defender os interesses da população de Valparaíso de Goiás, como deputada estadual, e de todos os goianos como secretária estadual do governo Marconi Perillo, cuja atuação extrapola os limites de qualquer município do entorno do Distrito Federal.
  Essa condição lhe credencia a gerenciar com absoluta tranquilidade a sucessão da prefeita petista Lucimar Conceição e lhe garante gordura de sobra para alinhar sob sua tutela um leque de partidos interessados em mudar a história do município, colocando um basta na desastrosa aventura petista de governar Valparaiso de Goiás. Leda tem plena consciência de que o discurso de gestão da professora do PT Lucimar Conceição tem seu ponto final na apuração das urnas em 2016, quando encerrará o período negro de uma administração comprometida com interesses políticos-pessoais e distante dos anseios da população valparaisense.
Prefeita Lucimar Conceição (PT)

  As defecções do sistema político comandado pela prefeita Lucimar Conceição vem demonstrando descontentamentos pontuais que desenham um quadro crescente de apoio momentâneo com possibilidades de desatrelamento político em 2016, com a proximidade da eleição e de posições eleitorais mais confortáveis junto a uma sociedade que tem demonstrado insatisfação com a atual gestão e que, historicamente, desde a fundação do município há vinte anos, jamais premiou o prefeito com a reeleição para um novo mandato.
  Não é segredo para ninguém que partidos da base aliada da administração petista em Valparaíso de Goiás estão se aglutinando em torno de pseudos líderes independentes para trair a prefeita, usufruindo dos cargos comissionados onde incubam seus correligionários até o momento de dar o grito de independência numa postura de assepsia política-administrativa e num “mea-culpa” tardio com a negação de tudo que se fez enquanto agregado do PT e beneficiado com recursos públicos para seus correligionários. Algo como a crônica da traição anunciada. Ou traindo a prefeita Lucimar Conceição, ou traindo a sociedade que acreditou num projeto renovador, mas que, na verdade, é apenas o “quero mais, se não eu grito e rompo politicamente”.
  De acordo com a mais influente porta-voz da gestão petista no município, a secretária Cynthia Borges, a oposição vive uma “crise sem um nome para enfrentar a prefeita Lucimar”. Visto pelo lado da situação até que soa como verdadeira e, analisando jornalisticamente, tem seu fundo de verdade. Não há, nesse momento, qualquer candidato da oposição que possa enfrentar e derrotar a prefeita Lucimar nas eleições, mesmo ela tendo uma rejeição popular de 90% em Valparaíso de Goiás. Não há qualquer visibilidade de uma candidatura nesse momento, nem nos próximos meses.
  A fogueira de vaidades que queima na oposição está cegando os potenciais candidatos para o enfrentamento eleitoral de 2016, tirando do foco a necessidade da construção de uma alternativa que possa edificar uma candidatura capaz de unir todos os segmentos políticos e empresariais em desacordo com a atual gestão municipal, pavimentando um caminho positivo para o debate sobre qual município se quer tirar das urnas em 2016.
  O que se vê hoje em dia nos bastidores da política local é um sem fim de auto afagos partidários com atenuantes de ilusionismos predatórios de uma composição político-partidária necessária para a construção da alternativa de  gestão municipal que una a oposição e possa configurar para a sociedade uma opção de vanguarda,  comprometida com o desenvolvimento sustentável, com  a implantação de políticas de melhoria da qualidade de vida dos habitantes do município e, sobretudo, com o rompimento das velhas práticas políticas condenadas pela sociedade.
  Os partidos de oposição precisam sair dos “guetos” em que se meteram por livre iniciativa de seus dirigentes e ocupar um lugar de destaque na condução das alternativas de gestão pública para Valparaíso de Goiás. O discurso radical ou  o denuncismo irresponsável ancorado pela imprensa chapa branca coordenada pelos  poderosos que detém o Poder Público no município, é inconsequente, imaturo e negligente com a situação atual e com as mudanças necessárias para a implantação de um novo modelo de gestão pública.
  Fora disso, é discursar para o umbigo e bater palmas para doido dançar valsa.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Para Cynthia, oposição vive em crise sem candidato para enfrentar Lucimar

A secretária municipal de Obras da prefeitura de Valparaíso, Cynthia Borges, falou com exclusividade ao blog PAPO NA ESQUINA, quando analisou o momento político, a gestão Lucimar Conceição (PT), eleição 2016 entre outros temas. Abaixo a íntegra da entrevista concedida ao jornalista Marcus Ottoni, editor do PAPO NA ESQUINA. Foto: Cedida

Marcus Ottoni: Qual a avaliação que você faz do atual momento político em Valparaíso?
Cynthia Borges: Valparaíso é a cidade mais respeitada do entorno, na atualidade. Uma gestão municipal atuante, que transita bem nos governos estadual e federal e que deixou de ocupar as páginas de escândalos ou de malversação do dinheiro público. A prefeita Lucimar preside a Associação dos Municípios do Entorno de Brasília - AMAB -, mais uma prova do reconhecimento desse respeito conquistado pela prefeita. Por tudo isso, avalio que vivemos um momento político excelente na cidade.
Cynthia Borges, secretária de Obras
 

Marcus Ottoni: O que você apontaria como “erros” e “acertos” da administração Lucimar Conceição?
Cynthia Borges: A prefeita Lucimar governa como uma dona de casa que tem um orçamento curto e muitos filhos pra alimentar. Não sei se isso pode ser considerado um erro, principalmente, num momento de grave crise econômica como o que estamos vivendo.
Agora, os acertos são muitos e em todas as áreas. A saúde têm se destacado na imprensa do DF e de Goiás por seus grandes avanços; a educação tem conseguido superar todas as expectativas de inclusão de alunos e de valorização do professor; foi um dos poucos municípios que não teve greves de servidores públicos; a coleta de lixo tem sido regular; os buracos - ocasionados pelo período chuvoso- têm sido consertados; a iluminação está tendo constante manutenção, enfim, a cidade está sendo cuidada. Com o carinho de uma boa dona de casa.

Marcus Ottoni: Em sua opinião qual seria o caminho para reverter os atuais índices de rejeição popular da gestão do Partido dos Trabalhadores em Valparaíso?
Cynthia Borges: Eu imagino que essa pergunta tem que ser mais ampla: o que fazer para reverter a rejeição aos políticos de uma forma geral? Vivemos numa época de muita rejeição à classe política e isso acaba influenciando a avaliação de qualquer pessoa. Principalmente, aos que estão à frente do governo.
Tenho andado muito, conversado muito com as pessoas e é fácil ver que o mau humor não é contra a Lucimar. O povo reclama da falta de segurança, coisa que sabemos ser uma atribuição do governo estadual, que detém os mecanismos e os recursos para resolver esse problema. Reclamam da qualidade do transporte para Brasília, outro problema que temos enfrentado, mas, cujo poder da caneta não está na mão da Lucimar.
 
Marcus Ottoni:
Como você vê a “Frente Partidária” criada por aliados da prefeita com viés oposicionista para uma disputa eleitoral “independente”?
Cynthia Borges: Frente? Não tenho essa avaliação não. Creio que o que existe hoje na oposição é uma grave crise: não tem nomes para enfrentar a Lucimar. Isso porque fazem uma política personalista, fisiologista e sem projeto. A única alternativa de nome que eles têm apresenta um histórico de ficha suja e de vergonha para a cidade que a população não irá querer na prefeitura.

Marcus Ottoni:
Você acredita que a disputa eleitoral de 2016 se dará entre os dois blocos políticos tradicionais no município: PT e PSDB? Por quê?
Cynthia Borges: Quando a Leda deixou de ocupar o cargo de deputada estadual para ocupar um cargo no Executivo, deu um recado claro que seu verdadeiro objetivo sempre foi a Prefeitura. De outro lado, os projetos iniciados pela prefeita Lucimar estão em curso e seria um grande prejuízo para sua continuidade se Lucimar não aceitasse se recandidatar. Por isso, acho que será mesmo Lucimar x Leda.

Marcus Ottoni: Há alguma pretensão sua em disputar as eleições do próximo ano com uma candidatura a Câmara Municipal?
Cynthia Borges: Minha pretensão é a de fazer uma boa gestão frente à Secretaria de Obras e dessa forma ajudar o governo da prefeita Lucimar fazer história neste município. Tenho muito respeito ao trabalho dos vereadores, mas, o Legislativo não é o meu perfil. Dizem que sou uma mulher de por a mão na massa (risos).

Marcus Ottoni: Como você analisa a relação entre Legislativo e Executivo no município do ponto de vista político? Poderá haver defecções eleitorais na base de apoio a prefeita Lucimar Conceição na eleição do ano que vem?
Cynthia Borges: A relação do governo da prefeita Lucimar com a Câmara é pautada pelo diálogo e respeito. São dois poderes que precisam de entendimento para ajudar no desenvolvimento da cidade. E é assim que a população espera que seja. Não creio que tenha algum vereador queira voltar a ser tratado de forma truculenta e desrespeitosa.

Marcus Ottoni: Gostaria de acrescentar mais alguma coisa para os internautas do blog?
Cynthia Borges: Queria aproveitar para divulgar um novo serviço que iniciamos na Secretaria de Obras: "mão a obra na sua rua". Um serviço de relacionamento onde nós da Secretaria atendemos ao chamado da população para resolver e debater assuntos relativos às demandas da Secretaria. Para isso, a comunidade pode mandar fotos, vídeos ou ligar para o telefone 81180990 (WhatsApp) que buscaremos a solução para aquele problema na própria comunidade.
Por fim, queria agradecer a esse povo generoso que me recebe com tanto carinho, a você e aos seus internautas pelo bate-papo.